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6 Motivos para estar no 6º Fórum Brasil África

1. Continente africano e oportunidades
Ao contrário do Brasil, China e Estados Unidos investem massivamente no continente africano hoje em dia. As sessões do 6º Fórum Brasil África mostrarão a África como uma área cheia de oportunidades para investimentos, com possibilidades reais de financiamento e suporte para realização de projetos de Cooperação. Tudo isso com a presença de bancos de desenvolvimento e organizações multilaterais.

 

2. Indústria 4.0 e Indústria Criativa
O mundo mudou e existem novas formas de fazer negócio, que usam tecnologia e inovação e atraem, sobretudo, os mais jovens. É preciso repensar todos os paradigmas existentes até então. Novas profissões, novos modelos de negócios e novas formas de pensar estarão em jogo durante o 6º Fórum Brasil África.

3. Fomento à Agricultura
Três das maiores organizações mundiais de combate à fome e promoção da segurança alimentar estarão juntas dialogando sobre como tornar a agricultura um espaço interessante para a promoção do empoderamento juvenil. Representantes do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), do Fórum para Pesquisa Agrícola na África (FARA) e do Programa Mundial de Alimentos (WFP) compartilharão estratégias para evitar o êxodo rural,aproveitar o potencial do setor agrícola e, assim, promover uma transformação social efetiva.

4. Educação e Saúde como prioridades
Impossível empoderar a juventude sem falar sobre a promoção da saúde e da qualidade de vida. Também não se pode pensar em promover o desenvolvimento sem investir em educação. O 6º Fórum Brasil África vai fomentar diálogos tanto sobre estratégias para as duas áreas. Metodologias inovadoras, projetos campeões e tecnologias sociais eficazes serão abordadas nas sessões.

5. Painelistas de peso
A curadoria do 6º Fórum Brasil África vai reunir no mesmo espaço pessoas-chave das mais diversas áreas de atuação, entre líderes empresariais, políticos, empreendedores sociais, executivos de grandes bancos e acadêmicos. Entre eles estão o ex-presidente de Timor-Leste e Prêmio Nobel da Paz José Ramos-Horta, gestores do Fundo Solidário Islâmico para o Desenvolvimento (IsFD), Afreximbank, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), além de jornalistas conceituados, como Bronwyn Nielsen e Omar Ben Yedder.

6. Salvador
Realizado a cada ano em uma diferente cidade brasileira, a edição de 2018 tem um significado especial. Com cerca de 3 milhões de habitantes, Salvador, capital da Bahia, reúne a maior ancestralidade africana no Brasil, sendo considerada a cidade mais negra do mundo fora do continente africano.